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Decisões judiciais e juros nos Estados Unidos mexem com direitos e economia

STF retoma julgamento sobre jogos de azar, Justiça define limites para embriões congelados e Fed avalia impacto da inteligência artificial

Decisões judiciais e juros nos Estados Unidos mexem com direitos e economia
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Duas decisões judiciais colocam em foco os limites da autonomia individual e das políticas públicas. No Rio Grande do Sul, o Tribunal de Justiça decidiu que embriões congelados durante um casamento só podem ser utilizados depois do divórcio com a concordância expressa e atual dos dois ex-cônjuges. A decisão reformou uma sentença anterior e afastou a possibilidade de impor judicialmente a paternidade a quem não deseja mais ter um filho daquela relação.

O caso envolve três embriões preservados durante um tratamento de fertilização in vitro. Após o fim do casamento, a mulher queria utilizá-los, enquanto o ex-marido pediu autorização para o descarte. O entendimento do tribunal tem impacto direto sobre famílias que recorrem à reprodução assistida e reforça a importância das regras de consentimento ao longo do tempo. A reportagem do G1 Rondônia detalha o caso e a decisão.

No Supremo Tribunal Federal, foi retomado o julgamento que discute a proibição dos jogos de azar. O relator, ministro Luiz Fux, continua a apresentar seu voto, depois de a Procuradoria-Geral da República defender a manutenção da ilegalidade. O resultado pode influenciar a interpretação das regras brasileiras sobre essas atividades, mas as fontes não informam a conclusão do julgamento.

No cenário econômico internacional, o presidente do Federal Reserve, o banco central dos Estados Unidos, evitou sinalizar os próximos passos para as taxas de juros, mas destacou o potencial da inteligência artificial para aumentar a produtividade e reduzir a inflação. A avaliação ajuda a explicar como a tecnologia entrou no debate sobre política monetária: se a produtividade crescer e os custos diminuírem, o ambiente econômico pode mudar. Ainda assim, a fonte não informa uma decisão de corte nem prazo para alteração dos juros.

Esses temas têm algo em comum: decisões atuais podem produzir efeitos duradouros. No direito de família, está em jogo o consentimento para uma gestação; no debate sobre jogos de azar, o alcance da legislação; e na economia, a expectativa sobre como a inteligência artificial pode influenciar preços, produtividade e juros.

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G1 Rondônia

Justiça do RS decide que ex-cônjuge não pode ser obrigado a ser pai após divórcio em caso de embriões congelados

A Justiça do Rio Grande do Sul decidiu que embriões congelados durante um casamento só podem ser utilizados após o divórcio se houver concordância expressa e atual dos dois ex-cônjuges. A decisão unânime é da 1ª Câmara Especial Cível do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJRS), que reformou uma sentença de primeira instância e afastou a possibilidade de impor judicialmente a paternidade a uma pessoa que não concorda mais com a gestação. 📲 Acesse o canal do g1 RS no WhatsApp O caso envolve um ex-casal que recorreu à fertilização in vitro enquanto ainda era casado e manteve três embriões criopreservados. Após o fim da união, a mulher manifestou interesse em utilizá-los para engravidar. Já o ex-marido ingressou na Justiça pedindo autorização para o descarte do material biológico, sob o argumento de que não desejava mais ter um filho fruto da relação encerrada. Agora no g1 Em primeir

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CNN Brasil

Warsh aposta na IA para justificar corte de juros nos EUA

Presidente do Fed evita dar orientações sobre taxas, mas destaca potencial da inteligência artificial para impulsionar produtividade e reduzir inflação

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CNN Brasil

STF retoma hoje julgamento sobre proibição de jogos de azar; entenda

Sessão será retomada com a continuidade do voto do relator, ministro Luiz Fux; na quarta (5), PGR se manifestou a favor de manter a ilegalidade

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NOTA EDITORIAL

Este boletim é informativo, preserva as fontes consultadas e não substitui a análise jurídica ou contábil do caso concreto.